terça-feira, 23 de março de 2010
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Coisa tosca isso dos habitantes dum país que não tem nem nome se chamarem de “os americanos”. O navegador Américo Vespúcio, que legou nome às Américas nunca pisou, avistou ou sobrevoou o atual território dos EUA. Foi a serviço da Coroa portuguesa e provavelmente em território ou águas brasileiras e certamente em conjunto com o Pedro Álvares Cabral que Vespúcio percebeu o engano de Colombo. Aliás: o relatório de Cabral é o mais detalhado e contundente sobre a questão. Que saco!Tentam roubar até o nosso nome!
Essa reflexão foi a partir da minha leitura de A viagem do Descobrimento, de Eduardo Bueno, o Peninha. Excelente, simples e empolgante leitura. É foda pensar em como tudo começou.

Encontrei este livro e também o citado na postagem acima(abaixo) na biblioteca praiana da minha tia durante os dias de Carnaval. Com Iemanjá de tpm ou, sei lá, de ressaca carnavalesca(literalmente), dei um tempo no frescobol.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
“O perfume das rosas invade a sala intensamente enquanto o vento sopra nas árvores lá fora e (...)” PUTA QUE PARIU! É mais ou menos assim que começa O retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde. Fechei o livro na hora. Imagina (qua)trocentas (literalmente, digo, numericamente) páginas dessa ladainha! Tomara que ninguém nunca mais leia isso de novo.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Esse papo de Cidade-Cultura já começou a me irritar. Como utopia a ser buscada, até vai. Mas todo mundo sabe que não é de verdade. Acho o sobrenome Coração do Rio Grande bem mais adequado. Muito mais autêntico e mais real do que possa parecer.
Aqui em Santa Maria se encontram os vários sotaques e maneiras gaúchas de forma equilibrada. É nesse equilíbrio que acredito estar a mais fiel essência das coisas, sem pender demais para qualquer lado. A mais fiel Identidade: tão presente que muitas vezes mal se percebe sua onipresença, sua força. Aqui existe uma convergência legal. Um pouco do modo de ser do gaúcho gaudério, do gaúcho colono imigrante, da nossa negritude sub-tropical, daquele jeito do gaúcho metropolitano, do mundo rural, do mundo urbano, atividades econômicas razoavelmente variadas (que contribuem para uma identidade mais ampla), uma cultura-e-arte que reflete tudo isso e um sentido contemporâneo que permeia o que se passa e situa a cidade, muito mais do que no centro geográfico do estado, no Coração do Rio Grande.
foto do dono do blog
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
(...)porque eu trabalho numa multi-nacional. E o Lula atacou a poupança. E os pobres não querem nem trabalhar porque ganham tudo de graça. E quanto mais filhos têm, mais ganham do governo. E a gente que é da classe média somos os únicos que trabalham. Bolsa esmola(sic), vale cultura. Pra que!? E os ricos cada vez mais ricos. (...)Tenho direito ao meu ar-condicionado também. Os pobres já tão acostumado com mosquito e passar calor.(...) O Lula está falindo esse país. E o meu marido disse que(...)(...)(...)blá blá balá. E o Brasil tá cada vez pior.Aí eu respondi:
– E como outra alternativa é a volta do neoliberalismo... temos que votar na Marina!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Em 1794, a o Povo do Haiti conquistou a Abolição da Escravatura em pleno reinado de Napoleão. Libertou-se a principal colônia da exploração do maior império existente naquele século.Após derrotar os exploradores ingleses e espanhóis em 1801, o povo levou a cabo sua luta e expulsou os exploradores franceses, conquistando a Independência em 1º de janeiro de 1804.
O Haiti torna-se o primeiro país independente da América Latina e Caribe, na primeira revolta verdadeiramente popular, feita desde as verdadeiras raízes da sociedade, a vencer os conquistadores em toda a América.
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