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quarta-feira, 31 de agosto de 2016

famigerados cidadãos de bem,
me mata saber se isso é cinismo ou se é maldade
mas não é ingenuidade!
sinceramente não creio que alguém
de coração bom e leve, caia no blefe
de quem rouba e fere

Mas se depender de nós pode ser que um dia
o ódio se arrefece
mas até lá teremos que ser
bravos... como Dilma Rousseff

nós, contra a correnteza de mentiras
destinados a revelar sua imensa hipocrisia
Mas conseguiram dar o golpe de vocês
maldito ano de dois mil e dezesseis!
Aqueles que morreram pela Democracia
vocês assassinaram outra vez

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Eu tenho vergonha de todos os hipócritas do Brasil que comemoram o fim da democracia, o fim das investigações de corrupção contra essa corja golpista do congresso, pois, não sejamos hipócritas, todos já sabem que a corrupção vai comer solta, o golpe é uma carta branca pra Cunha, Temer e os bandidos golpistas fazerem do Brasil um país de merda.  Quanta hipocrisia!!!
E agora vêm falar mal do Bolsonaro, do cunha, que nenhum presta, que a corrupção está em todos os partidos, bla, bla, bal... a mesma conversa mole que deixa tudo como está e o que faz piorar ainda mais, como agora em 2016.

Quase nunca uso a palavra “culpa”, mas por culpa de cada hipócrita do povo, por culpa tua, meu amigo que apoiou o “impeachment” e que está lendo isto, e que, assim, que colaborou para o corrupto congresso não tivesse vergonha nem medo de cometer esse golpe de estado muito mal disfarçado, voltamos ao maldito ano de 64.


Vergonhaaaaaaaaaaa!!!!!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Enquanto você lê há uma bomba caindo em Gaza.
Destroçando vidas, destroçando famílias.
Enquanto não lê, bombas continuarão caindo. Destruindo casas, lares, nquanto você estiver dormindo.
Separando refugiados e paralizados por fronteiras. Separando os que vão e os que ficam pela morte.
 
E tem gente que acha certo.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

domingo, 23 de junho de 2013

Movimento Passe Livre - Democracia dentro da Democracia

Acho que a última conquista do povo brasileiro foi o direito de protestar sem ser taxado de baderneiro. Ser visto por seus compatriotas como alguém que luta por direitos em vez de baderneiro. É a democracia dentro da Democracia. É o melhor fruto das Diretas já!
E não foi fácil! Os participantes do Passe Livre tiveram que vencer a imprensa reacionária-sensacionalista, os governos estadual e municipal de São Paulo pra poder fazer a Engrenagem do mundo sair da inércia outra vez.
Esses valorosos cidadãos tiveram que lutar pelo direito de protestar onde for necessário em não onde convém ao governo conservador. Não foi fácil enfrentar a polícia com o próprio corpo pacificamente. Uma Via Sacra pelas ruas dessa Babilônia paulistana em 2013.
A data decisiva foi a quinta-feira, 13 de junho (posso estar enganado, mas o que aconteceu é o é o que importa:), quando mesmo após repressão brutal do dia anterior (do tipo que sempre projetou sua sombra sobre o povo brasileiro como um pelourinho constantemente ameaçador), o Movimento tomou de novo as ruas com ainda mais determinação e consciência de seus objetivos tão nobres e honestos.
Necessário dizer que nunca houve despreparo da Polícia para usar a violência. É a evidente e antiga estratégia de Estado. Tiros de bala de borracha à queima-roupa, à vontade. O objetivo é calar a boca! Qualquer um pensa duas vezes em ir pra rua quando sabe que o esperam armas de fogo sejam quais forem e cacetetes. E que fique claro de uma vez por todas que “armas não letais” são a mais pura brutalidade.
Acredito que as portas de abriram e a partir de agora outras conquistas virão, e seus caminhos serão visto com a real e merecida legitimidade. Creio que se conquistou o Direito de reivindicar direitos. Até a semana passada isso era baderna!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A verdade é que muita coisa só pode melhorar de cima pra baixo.
Depois de mais uma matança escolar (infelizmente de pessoas e não de aulas) nos EUA, o Obama falou em um discurso “Refleti nos últimos dois dias e cheguei à conclusão que não (estamos cumprindo com a obrigação de manter nossas crianças seguras), que nós temos de mudar. Não podemos mais tolerar isso. Essas tragédias têm de acabar. Nós podemos fazer melhor".
Foi assim que algumas pessoas que pensam nos Estêites, junto com o Obama claramente colocaram um plano em ação que parecia estar pronto pra sair da gaveta na primeira medonha chance.
Não poderia ser mais claro ao fazer um discurso pelo desarmamento sem precisar falar de armas.
Espero que o plano dê certo e esteja apenas começando. O Homer Simpson precisa de tampo pra assimilar discurso e se dar conta de que o único jeito de cumprir a obrigação de cuidar de Lisa, Bart e Mag é banindo as armas civis e , ainda, pensar que a idéia foi dele mesmo.
Se o discurso por lá é novo, aqui no QTP, já é de longa data: http://www.quemteperguntou.blogspot.com.br/search/label/viol%C3%AAncia

sábado, 8 de janeiro de 2011

Idéia.
Por que o Comitê Olímpico Brasileiro e o Ministério dos Esportes
não fazem a venda casada dos patrocínios???
Se a Nike quer estampar aquele risco na camisa da seleção de futebol, terá que patrocinar outros esportes também!
Tipo salto com vara, a ginástica e também outros esportes coletivos, como vôlei e basquete, que também têm bastante apelo no Brasil.
Não é nada mal o governo apoiar esportes com o patrocínio de estatais como os Correios, a PB ou o BB. Mas se o esporte pode ser auto-sustentável com essa idéia, por que não fazer???
Just do it!
Aliás, essa minha idéia é muito boa. Alguém já deve ter tido antes! ...mas suspeito que o Ricardo Teixeira já deve ter esculhambado tudo na camufla.

Desenho do dono do blog

sábado, 9 de outubro de 2010

Clica alí no link. É um artigo do Jorge Furtado. Além de um artista que já revolucionou o cinema do Brasil com sua rica linguagem e texto maravilhoso, também sempre foi um intelectual autêntico e sensível.
Lê e descobre, se ainda não sabe, "pra quê mesmo que serve um intelectual?". ...Sim. Porque apesar de me puxar aqui no blog, tenho "mais o que fazer" do que tentar salvar o Brasil com tanta propriedade.

http://www.casacinepoa.com.br/o-blog/jorge-furtado/dez-falsas-raz%C3%B5es-para-n%C3%A3o-votar-na-dilma

Não me impressiona a "alta" votação da Marina ou do Tiririca, mas a votação inacreditável do Zé Serra no primeiro turno.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Nesses tempos de insegurança, onde políticos burros ou mal-intencionados (mal-intencionados de se eleger de novo com o voto do incauto cidadão nas ruas e nas urnas) acusam Liberdade de libertinagem (como se isso existisse), enquanto a imprensa suja , feita por gente mal-formada gera gente mal-informada, utiliza a histeria para vender manchetes, é que eu acredito cada dia mais que a Democracia é o único Jeito, mas onde o voto na urna seja apenas um detalhe.
.
“Democracy, it’s a hard way”* Democracia, é um caminho difícil
Papas da Língua em Democracy


Charge minha publicada no jornal A Razão nas eleições de 2006

É até engraçado que a foto seja do Laranja Mecânica, filme no qual a baixa politicagem nas altas esferas tem conseqüências nefastas para a população.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Eu ia falar mal do George W. Bush. (Tem algum parente dele aí?) Mas desta vez não preciso fazer isso. Deixo que a imagem dele fale mais que minhas 1000 palavras.
Vê o vídeo:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

(...)porque eu trabalho numa multi-nacional. E o Lula atacou a poupança. E os pobres não querem nem trabalhar porque ganham tudo de graça. E quanto mais filhos têm, mais ganham do governo. E a gente que é da classe média somos os únicos que trabalham. Bolsa esmola(sic), vale cultura. Pra que!? E os ricos cada vez mais ricos. (...)Tenho direito ao meu ar-condicionado também. Os pobres já tão acostumado com mosquito e passar calor.(...) O Lula está falindo esse país. E o meu marido disse que(...)(...)(...)blá blá balá. E o Brasil tá cada vez pior.
Aí eu respondi:
– E como outra alternativa é a volta do neoliberalismo... temos que votar na Marina!

terça-feira, 21 de abril de 2009

O Mundo em preto e branco

O único modo de afirmar se alguém é negro ou branco é a auto-afirmação. (fe-fe-fe)Felizmente não há “exame clínico” , teste de DNA ou entrevistas que possam indicar a etnia de alguém!
Entretanto universidades brasileiras usam critério não subjetivos, mas totalmente arbitrários de comprovação da cor, como entrevistas e junção de outras “provas”.

Nas famigeradas entrevistas se busca pistas para comprovar se o estudante é preto ou branco. Uma delas é perguntar se o estudante já sofreu discriminação por sua “cor”. É óbvio que sim! Desde antes de seu nascimento! E certamente em muitos e muitos casos se o avô, mãe ou bisavô do candidato não fosse negro, ele não precisaria passar pelo constrangimento de uma entrevista dessas pra garantir sua vaga. Pois provavelmente hoje estaria em situação econômica e social mais favorável.
Se o objetivo das políticas afirmativas é remediar uma injustiça histórica, se perde a oportunidade justamente ela deveria ser criada.

Como se sabe o conceito de raça é totalmente superado cientificamente, já que na Academia gostam tanto de “provas científicas”. E mesmo o conceito de etnia só existe amparado em outros parâmetros. Concordo que aprovação de candidatos para ingresso em universidades requer os critérios mais objetivos possíveis, que só a Ciência pode fornecer e aceitar. E aceita: a auto-afirmação!

Ao mesmo tempo que acho uma boa a reserva de cotas sociais, acho uma burrada a reserva de cotas raciais nas universidades como já escrevi aqui no QTP nas postagens “Cotas, cotas...” (http://quemteperguntou.blogspot.com/search?updated-max=2007-11-02T18%3A37%3A00-07%3A00&max-results=7) e “Humor e Racionalidade” (http://quemteperguntou.blogspot.com/search?updated-max=2007-07-15T20%3A10%3A00-07%3A00&max-results=7
). Mas já que fizeram, que se faça direito e com um pouco mais de dignidade.

Mano & Véio
Tira minha publicada no jornal A Razão em janeiro de 2007

terça-feira, 17 de março de 2009

Muro de Berlim muda de endereço

No final de 2006 incomodados com alegados roubos, moradores da Vila Noal, em Santa Maria, decidiram, à revelia do poder publico, que ficou omisso, construir um muro de concreto separando-os da vizinha Vila Natal.
Através da associação de bairro moradores da Vila Noal convidaram os demais vizinhos a colaborar para a arrecadação de R$ 1000,00 para a construção do muro.
O muro localiza-se na “divisa” entre as duas, segregando o novo gueto (Vila Natal) das residências mais ricas além daquele muro.
Com a idéia de dificultar rotas de fuga dos moradores da vila ao lado, de modo mais cotidiano o muro dificulta mesmo é o acesso dos moradores da Natal a equipamentos públicos localizados do outro lado do muro, tais como o Posto de Saúde Bom Samaritano e a creche.
.
Entendo a construção do muro como a materialização de um conflito num país desigual como o Brasil, que ficou evidente naquela área em que residências médias estavam justo ao lado de residências muito pobres.
Seja por ânsia de proteção, assaltos, roubos, preconceito de ambos os lados ou por questões “estéticas” (já que o muros costumam esconder o que há do outro lado), é uma pena perceber que aquele muro não foi feito apenas de concreto, nem foi feito em apenas uma semana cortando nossas cidades e as nossas vidas.
E se o tal muro e seus transtornos/benefícios qualquer um pode ver e comprovar, algo que talvez seja invisível é o estigma que isso obviamente causa nas pessoas.
Ainda que algumas vezes precisemos de muros ou cercas para configurar o espaço urbano, o problema é o uso que se faz deles.

Na época, quando uma amiga da Vila Noal me contou o acontecido descontente com a idéia dos vizinhos, enviei um e-mail (quase todo transcrito aqui) para meus colegas apenas comunicando o fato. Como o muro foi realmente erguido e ainda ta lá, não tem porquê não falar de novo.
Bueno... pelo menos ainda não botaram aqueles cacos de vidro em cima!
fotos do autor do blog

sábado, 15 de novembro de 2008

Falcatrua recorde lesa bilhões de pessoas

A maior falsificação de dinheiro da História foi tramada e posta em prática por uma quadrilha internacional com QG em Wall Steet, Nova Iorque.
O tamanho do estrago é ainda incalculável e a rede criminosa é dirigida por altos executivos e banqueiros, que falsificavam dólares e outras moedas, aos quais denominavam ações, créditos, títulos, precatórios ou simplesmente papéis.
A ação dos criminosos só foi revelada quando os usuários perceberam que as notas que tinham em mãos não valem o papel em q estão impressas -- isto é, quando estão impressas e não são apenas números num painel eletrônico --, depois que não foram aceitas na compra de um banco usado.
Governos dos EUA e da União Européia são suspeitos de conivência com a fraude.

Os criminosos são responsáveis por outro crime sem precedentes. Em posse de somas estratosféricas de dinheiro falso, sem mais poder enganar o sistema financeiro de diversos países, logo partiram para o ramo da lavagem do dinheiro falso.
Nesta fase da operação, batizada de “aquisição de papéis podres”, contaram com a ajuda de membros dos governos e administradores dos cofres públicos, que só nos EUA foram responsáveis pela lavagem até agora de US$1 trilhão (tive q escrever pra não me perder com tanto zero!). Os membros dos governos também são acusados de “esquentar” bens e mercadorias frias que os estelionatários tentavam repassar ao consumidores.

Agora a organização, baseada em Washington, é suspeita de falsificar dólares, alterando o valor nominal das notas verdadeiras no mercado internacional.
"Tudo o que é sólido desmancha no ar."*
Karl Marx
montagem do autor do blog

domingo, 14 de setembro de 2008

A tal abertura das Olimpíadas me deixou meio nervoso.
Se qualquer um daqueles caras errasse o tambor seria fuzilado. Mas não foi só isso: Foi uma palhaçada foi a troca da guriazinha que cantava pela que dublou a voz da cantoria. E depois a cara-de-pau na resposta do governo. E, vai ver, cada atleta chinês que ganhou medalha, provavelmente teve que dar a medalha pro governo derreter. (Dá o ouro ou leva chumbo!)


Falando sério agora: sem liberdade de expressão, a violência é responsável, mas não a única na paralisia dos maus costumes (de maltratar animais e outras atrocidades), pois com denúncia e informação os povos tem a chance de confrontarem-se com esses "hábitos" e verem como é “feio” tudo isso.
(No Ocidente quem não tem ou não quer ter decência, pelo menos tem vergonha! E se não tem, haja cinismo pra lidar com a opiniões abertas!)

terça-feira, 8 de julho de 2008

...sobre o assunto abaixo quando disse "o jeito de fazer a lei pegar" me referia à fiscalização forte e nunca à pena de prisão que veio junto com a nova lei. Prisão não resolve e uma multa de quase R$ 1000,00 já é uma baita lição pra quem tem que apreender.

Pra não dizer que não falei da Bossa Nova, a melhor quem fez foi um tropicalista!

sábado, 5 de julho de 2008

A lei do Saraiva é o bicho: tolerância zero que não é contra pessoas e sim contra bebida+direção. Nem contra bebidas e nem contra direção. É a favor da Vida!
Pra quem gosta de uma cervejinha e costuma voltar pra casa dirigindo “na manha” não vai ser nenhum sacrifício abrir mão (esta é a idéia) disso ou criar uma alternativa, pois o resultado serão as ruas mais seguras, quase livres de quem bebe(mesmo sem encher a cara) e acelera. Ninguém dirige melhor bêbado.
O jeito que foi baixada a lei foi acertado também, assim como o jeito de fazer a lei pegar. O melhor é perceber que a lei “pega” a todos e ninguém vai se sentir um trouxa por andar na linha.
O debate é sempre bom antes de mudar uma lei, mas não é democrático deixar a gente, que é a maioria à mercê do merchadizin’ mercenário e do lobby dos lobos da indústria sobre nossas leis. Desta vez até a Industria da Cerveja ficou com vergonha de fazer choro-rô, ainda que já se provou recentemente que quem chora mama quando não foi aprovado o banimento da propaganda de bebidas na televisão.
Ah! E se dois ou três bombons te deixam alcoolizado pra marcar no bafômetro, então tu tás bêbado, chapa.

O registro de gente morta ou ferida em acidentes de trânsito diminuiu 37% no primeiro fim-de-semana da nova lei: já fez toda a diferença!Uma saraivada de palmas pro Saraiva!

domingo, 15 de julho de 2007

Cotas, cotas...

No outro texto que eu postei aqui, quis falar de outro assunto: bem como está naquele título “Humor e Racionalidade”. Uma tomada de posição somente ia desviar o foco. Pois “uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa” como disse Tim Maia numa fase, digo, frase racional.
Pois agora, já que comentei no blog da Andressa, revelo meu pensamento sobre a política de cotas da UFSM. O mesmo vale para a UFRGS.

Cotas para pessoas pobres materialmente parece ser um modo justo de acesso ao ensino superior, que devolve à população o investimento feito com o fruto do seu trabalho, que sustenta as universidades públicas.
Impressionante a falta de debates, propostas e também a pressa quando antes da votação da questão na UFSM!
Acredito que havendo discussões e colocação de pontos de vista, levando o debate à comunidade ficariam evidentes as vantagens de uma política de cotas ligadas a fatores econômicos e não à questão étnica. Desse modo os afro-descendentes seriam indiretamente os maiores beneficiados, pois constituem a maior parte da população desfavorecida economicamente. E os pobres de fenótipo caucasiano não seriam discriminados negativamente, com ainda menos chances de freqüentar a universidade pública.
Essa espécie de Apartheid (se escrevi errado, lembra: não pede ajuda aos universitários!) certamente não será boa para a sociedade. Discriminar as pessoas pela cor da pele ou pelos traços do rosto é tudo que não se deseja para um futuro de igualdade, paz e justiça. Há políticas mais eficientes e justas para a promoção da igualdade que mal foram cogitadas ou analisadas.
(que droga! escrevi até aqui sem conseguir citar o Dr. Lévi-Strauss)

...pelo menos se isto cair no vestibular, minha redação já está pronta!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Humor e Racionalidade
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“uns com a pele clara; outros, mais escura
mas todos viemos da mesma mistura”
Gabriel, O Pensador
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Mais do que emitir opiniões e provocar reflexões creio que seja necessário romper as tensões que se acumulam de parte a parte. Para isso não existe nada melhor do que o Humor.
Entretanto é um mecanismo que deve ser introduzido com inteligência e, em alguns casos, principalmente, com sensibilidade. Este artista opta por resgatar uma aparente ingenuidade, onde não haverá declarações de guerra ou cinismo.
O humor tem o poder de desmoralizar um objeto de conflito e aliviar as tensões que se acirram.
É um instrumento capaz de reconduzir os debates e discursos ao âmbito da Racionalidade. É o melhor uso que pode ser-lhe atribuído: enfraquecer os conflitos e fazer produtivo o debate (que deve continuar).
Só assim -- racionalmente -- as coisas são discutidas e analisadas de forma objetiva, tomando inclusive a problemática emocional envolvida e considerando-a neste todo. Só assim podem-se evitar erros e omissões que tornarão a criar sofrimento e injustiças; a exigir soluções e paliativos que podem revelar-se novas armadilhas.

Refiro-me à questão de reserva de cotas nas universidades para descendentes de africanos e ameríndios, mas a idéia vale para muitos outros embates e dilemas contemporâneos.

O assunto é sério e a mensagem apropriada é “pega leve”.
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. Charge publicada no jornal A Razão em 05/07/07

terça-feira, 26 de junho de 2007

Fatos

O raciocínio é simples.a A impunidadei incentiva o crime.a Isto é um fato. Com o fim da impunidade o crime diminui consideravelmente. Isto é um fato mais contundente quando o crime não decorre da pobreza – caso da corrupção.
Com as investigações sobre corrupção que atingiram o Sistema Judiciário, acreditei que abria-se uma nova dimensão no enfrentamento da corrupção no Brasil. Pois quem garante a impunidade de políticos é o Judiciário corrupto.
Pela aparente vontade da PF de desmontar o esquemão dos juízes corruptos e políticos desonestos, esse ciclo vicioso de roubalheira e impunidade tendia e romper-se.
Ledo engano. Pra mim, a única coisa que ficou provada foi a ingenuidade do meu “otimismo consciente”.