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terça-feira, 12 de agosto de 2014

O verdadeiro templo de Salomão

Em 1937 Solomon R. Guggenheim criou a fundação xará sua, dedicada à Arte Moderna.
O verdadeiro Templo de “Salomão” foi inaugurado em 59 na cosmopolita Nova Iorque, projetado pelo genial Frank Lloyd Wright, considerado por muitos o maior arquiteto do sec. 20 e, sua obra prima, o Museu Solomon R. Guggenheim de NY.
Um templo voltado para a arte é o verdadeiro local de elevar o espírito!  E não um templo da lavagem cerebral.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

A verdade é que muita coisa só pode melhorar de cima pra baixo.
Depois de mais uma matança escolar (infelizmente de pessoas e não de aulas) nos EUA, o Obama falou em um discurso “Refleti nos últimos dois dias e cheguei à conclusão que não (estamos cumprindo com a obrigação de manter nossas crianças seguras), que nós temos de mudar. Não podemos mais tolerar isso. Essas tragédias têm de acabar. Nós podemos fazer melhor".
Foi assim que algumas pessoas que pensam nos Estêites, junto com o Obama claramente colocaram um plano em ação que parecia estar pronto pra sair da gaveta na primeira medonha chance.
Não poderia ser mais claro ao fazer um discurso pelo desarmamento sem precisar falar de armas.
Espero que o plano dê certo e esteja apenas começando. O Homer Simpson precisa de tampo pra assimilar discurso e se dar conta de que o único jeito de cumprir a obrigação de cuidar de Lisa, Bart e Mag é banindo as armas civis e , ainda, pensar que a idéia foi dele mesmo.
Se o discurso por lá é novo, aqui no QTP, já é de longa data: http://www.quemteperguntou.blogspot.com.br/search/label/viol%C3%AAncia

segunda-feira, 9 de julho de 2007

The End * das letrinhas

“ mas a minha voz... quanta diferença!”

O canal Fox está passando o seriado do Jack Bauer dublado! E os outros seriados também.
Isso é legal! É claro que dá muito mais trabalho e custos pra empresa, mas é certo que a audiência do “enlatado” vai aumentar.
Tem gente que prefere com legendas porque o som..., porque não sei o que e blá blá blá...
A voz do ator Kiefer Sutherland não é melhor que a do seu dublador (e isto inclui as cenas perigosas!). E se a voz dele é sempre a mesma, a do astro do famigerado clássico Garotos Perdidos também é.

Tradução ruim pode ser legendada ou dublada: tanto faz!
Se você entende inglês prá reclamar da má tradução então que dispense as letrinhas amarelas.
Outra: ou vê-se as figuras ou lê-se as letrinhas.

Pior que perder algo na tradução é perder algo porque você está lendo a tradução.

Talvez a melhor coisa que aconteceu com a introdução do dvd seja a possibilidade de escolha entre versões dubladas, legendadas ou não. Os espectadores redescobrem a alegria de acompanhar um filme onde o áudio não serve apenas pra ouvir explosões, mas pra comunicar-lhes o enredo. E já estão se tornando maioria. Podem até pra ver qual personagem está movimentando os lábios enquanto a fala é ouvida!
Já deve estar cientificamente comprovado que leitura dinâmica só funciona pra placas de trânsito! E ainda assim há controvérsias.

Essa coisa “eu prefiro legendas” fica mais ridícula quando trata-se de um filme sobre o Império Romano ou coisa assim: o César falando inglês com sotaque norte-americano (mas nada que eu perceba)! Isso ficou evidente pra quem já assistiu os últimos filmes Mel Gibson e o último do Clint Estwood, falados em línguas pelo menos verossímeis com o contexto.
Por falar (sic) em contexto, a tradução das palavrinhas lá em cima* pode ser compreendida pelo mesmo.
Se é pra ler, vou ler um livro!
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